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Este blog pertence a uma aluna do 5 semestre do curso de arquivologia da UFSM.
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UNIDADE 1 - NOÇÕES FUNDAMENTAIS DE PALEOGRAFIA 1.1 - Definições, Objetivos, Objetivo formal, Histórico, Importância, Método. 1.2 - Divisã...
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5 DCT1013 ARRANJO E DESCRIÇÃO DE DOCUMENTOS II 5 DCT1019 ÉTICA E LEGISLAÇÃO ARQUIVÍSTICA 5 DCT1012 PALEOGRAFIA 5 DCT1016 REPROGRAFIA 5 ...
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UNIDADE 1 - ÉTICA PROFISSIONAL 1.1 – Fundamentos. 1.2 - Evolução teórica do estudo da ética. 1.3 - Ética profissional. 1.3.1 - Ética pr...
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UNIDADE 1 - ÉTICA PROFISSIONAL 1.1 – Fundamentos. 1.2 - Evolução teórica do estudo da ética. 1.3 - Ética profissional. 1.3.1 - Ética pr...
segunda-feira, 28 de abril de 2014
ARRANJO E DESCRIÇÃO DE DOCUMENTOS II
- UNIDADE 1 - FUNDOS
DOCUMENTAIS
1.1- Estudo do contexto institucional.
1.2- Organização de um quadro de arranjo documental.
- UNIDADE 2 - PROCESSO DESCRITIVO DE DOCUMENTOS2.1- Análise da situação do arquivo.
2.2- Planejamento do processo descritivo.
- UNIDADE 3 - INSTRUMENTOS DE BUSCA DA INFORMAÇÃO3.1- Implementação prática do processo descritivo: normas de descrição.
- BIBLIOGRAFIAArquivo e administração. Associação dos Arquivistas Brasileiros. V.1, n.1. Rio de Janeiro: ABB, 1998.
Arquivo e administração. Associação dos Arquivistas Brasileiros. V.2, n.1. Rio de Janeiro: ABB, 1999.
BELLOTTO, Heliísa Liberali. Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo: T. A. Queiroz, 1991.
BERNARDES, Ieda Pimenta. Como avaliar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado, 1998.
CASTANHO, Denise Molon et alli. Uma política de arranjo para a Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria: UFSM, 2001.
CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS: Comissão para as normas de descrição. ISAD(G): normas internacionais de descrição em arquivo. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2000.
ISAAR(CPF). Norma internacional de registro de autoridade arquivística para entidades coletivas, pessoas e famílias. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1998.
DICIONÁRIO de terminologia arquivística. Coord. BELLOTTO, Heloísa Liberalli;CAMARGO, Maria de Almeida. São Paulo: Associação dos Arquivistas Brasileiros, 1996.
FARIA, Luciano Mendes Filho de. Arquivos, fontes e novas tecnologias: questões para a história da educação. São Paulo: Autores Associados, 2000. (Coleção Memória da Educação).
FUGUERAS, Ramón Alberch; MUDENT, José Ramón Cruz. ARCHÍVESE: los documentos Del poser de los documentos. Madrid: Alianza, 1999.
HEREDIA HERRERA, Antônia. Archivística General: teoría e prática. Sevilla, 1991.
JAEGGER, Maria de Fátima Pereira; LYRA, Maria Helena Costa P. de. Manual de procedimentoas para descrição de arquivos sonoros. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1985.
MUNDET, José Ramón Cruz. Manual de arquivística. 2.ed. Madrid: Pirâmide, 1994.
RODRIGUÉZ, Antonio Angel Ruiz. Manual de arquivística. Madrid: Sintesis, 1995.
ROUSSEAU, Jean-Yves e COUTURE, Carol. Fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998.
SHELLENBERG, Theodore. Documentos públicos e privados: arranjo e descrição. 2.ed., Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1980.
____ . Arquivos Modernos: princípios e técnicas. Rio de Janeiro: FGV, 1973.
SILVA, Zélia Lopes da. arquivos patrimônio e memória: trajetórias e
perspectivas.São Paulo: Unesp, 1999.
SILVA, Armando Malheiro da et alli. Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação. Porto: Afrontamento, 1999
ÉTICA E LEGISLAÇÃO
- UNIDADE 1 - ÉTICA PROFISSIONAL1.1 – Fundamentos.
1.2 - Evolução teórica do estudo da ética.
1.3 - Ética profissional.
1.3.1 - Ética profissional do arquivista.
1.4 - Código de ética profissional.
1.4.1 - Código de ética arquivística.
- UNIDADE 2 - LEGISLAÇÃO ARQUIVÍSTICA2.1 - Regulamentação profissional.
2.2 - Política de arquivos públicos e privados.
2.2.1 - Legislação Internacional.
2.2.2 - Legislação Nacional.
2.2.3 - Legislação Estadual.
2.2.4 - Legislação Municipal.
- BIBLIOGRAFIAABENSOUR, Miguel. O novo espírito utópico. Campinas: UNICAMP.
CORBISIER, Roland. Princípios: o estado, a ética e a política. Vol.XXXIV, São Paulo: Anita Garibaldi, 1994.
DRAWIN, Carlos Roberto. Psicologia ciência e profissão: ética e modernidade. Brasília: APAR, 1995.
http://www.arquivonacional.gov.br
INSTITUTO GOETHE. Ética e política. Porto Alegre: UFRGS, ICBA, 1993.
JANKÉLEVITCH, Vladimir. O paradoxo da moral. Campinas: Papirus, 1991.
MARQUES, J. Luiz. Ética e ideologia: elementos para uma análise crítica em Lukács. Porto Alegre: UFRGS, 1991.
PEREIRA, Cunha Rodrigo da. Psicologia ciência e profissão: O código de ética e a ética do código. Brasília: APAR, 1995.
PIRES, Pinto M. Cecília. Reflexões sobre Filosofia política. Santa Maria: Pallotti, 1986.
PALEOGRAFIA
- UNIDADE 1 - NOÇÕES FUNDAMENTAIS DE PALEOGRAFIA1.1 - Definições, Objetivos, Objetivo formal, Histórico, Importância, Método.
1.2 - Divisão da paleografia, Características do documento paleográfico.
1.3 - Relação da paleografia com as outras ciências.
1.4 - Materiais para a escrita e para escrever.
1.5 - A escrita através dos tempos.
- UNIDADE 2 - TIPOS DE ESCRITA2.1 - Escritas da antiguidade.
2.2 - Tipos de escrita latina.
- UNIDADE 3 - LEITURA DE DOCUMENTOS3.1 - Dificuldade para a leitura.
3.2 - material base; tinta; vocabulário; grafia; abreviaturas; caligrafia.
- UNIDADE 4 - TRANSCRIÇÃO PALEOGRÁFICA4.1 - Normas brasileiras para transcrição de documentos.
- UNIDADE 5 - ANÁLISE PALEOGRÁFICA5.1 - Aspectos materiais, gráficos e complementares.
- BILIOGRAFIAÁLBUM DE PALEOGRAFIA. João José Alves Dias, Teresa Rodrigues, Oliveira Marques. Editorial Estampa. 1990.
ACIOLI, Vera Lúcia Costa. A escrita no Brasil Colonial: um guia para a leitura de documentos manuscritos. Recife: Editora da Universidade Federal de Pernambuco; Fundação Joaquim Nabuco. 1994.
ARQUIVO Nacional. Marcasde Escravos. Rio de Janeiro. 1989.
ARROYO, Leonardo. A Carta de Pero Vaz de Caminha. Edição Melhoramentos. 1971.
BERWANGER, Ana Regina; FRANKLIN LEAL, João Eurípedes. Noções de Paleografia e Diplomática. Santa Maria: Editora UFSM. 1990.
CERAM, C. W. Deuses Túmulos e Sábios. Círculo do Livro. 1067.
FRANKLIN LEAL, João Eurípedes. Documentos Coloniais. Vitória: IJSN, 1979.
____ . Documentos Administrativos Coloniais. Vitória: IJSN, 1979.
____ . Aspectos Fundamentais da Escrita Gótica. 1994.
____ . Relações entre Escrita Gótica e Escrita Carolíngia. 1995.
____ . Glossário de Paleografia. Rio de Janeiro: ABB. 1994.
____ . A Paleografia e a evolução das Letras. Caderno de Arquivologia. Santa Maria: UFSM. N.1, 2002. 165-182 p.
JORDÁN, Victor Hugo. Introducción a la Paleografia. Santa Fé, 1994.
MILLARES CRALO, Agustín. Paleigrafia Española. Buenos Aires, Barcelona: Editorial Labor. 1929.
NORMAS PARA TRNSCRIÇÃO DE DOCUMENTOS MANUSCRITOS. São Paulo: II Encontro Nacional de Paleografia e Diplomática, 1993.
PALEOGRAFIA PORTUGUESA BÁSICA. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Série H, n.20, 1978.
RICHTER, Eneida Isabel Schirmer Richter, FRANKLIN LEAL, João Eurípedes. Análise Paleográfica de Documentos relativos ao Rio Grande de São Pedro e à Colônia do Sacramento. Santa Maria: UFSM, 2000.
ROMÁN BLANCO. Estudos paleográficos. Laserprint Editorial Ltda. 1987. 137p.
____ . Um Novo Tratado de Tordesilhas de 1494.
OS VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA NA GUERRA DO PARAGUAI.
TERRENO, Angel Riesco. Introducción a la Paleografia y la Diplomatica General. Madird: Editorial Sínteses. 1999.
UNIVERSIDAD NACIONAL DE EDUCACIÓN A DISTANCIA. Paleografia y Diplomática. Madrid, 1995. v.1, v.2.
____ . Lâminas de Paleografia. Madrid. 1997.
VOCABULÁRIO HISTÓRICO-CRONOLÓGICO DO PORTUGUÊS MEDIEVAL. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa. 1984.
TANODI, Aurélio. Paleografia, Archivologia y los estúdios históricos en la Argentina. 1985.
ZAMBEL, Miriam. Breve Histórico da Escrita. São Carlos, 1984.
RESTAURAÇÃO DE DOCUMENTOS
- UNIDADE 1 - RESTAURAÇÃO1.1 – Conceito.
1.2 – Objetivo.
1.3 – Etapas.
- UNIDADE 2 - DIAGNÓSTICO DO DOCUMENTO2.1- Suporte.
2.2- Tinta.
- UNIDAE 3 - PROCEDIMENTOS PRELIMINARES DE RESTAURAÇÃO3.1 – Higienização.
3.2 – Banho.
3.3 – Encolagem.
3.4 – Planificação.
- UNIDADE 4 - RECONSTITUIÇÃO DOS DOCUMENTOS4.1- Remendo, enxertos.
4.2 – Velatura.
4.3 – Encapsulação.
- UNIDADE 5 - MIGRAÇÃO DE SUPORTE5.1 - Diferentes suportes de segurança.
- BIBLIOGRAFIABECK, Ingrid. Manual de conservação de documentos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1985.
CRESPO, Carmen e VINÃS, Vicente. La preservación y restauración de documnetos y libros en papel: un estudio del RAMP con directrices. Paris: UNESCO, 1984.
MUNDENT, José Ramon Cruz. Manual de archivística. Madrid: Pirámide, 1996.
ROPER, Michael. Organisation, équipement et effectif d’un service de conservationrestauration d’archives: une etude RAMP accompagnée de principes directeurs. Paris: UNESCO, 1989.
VINÃS, Vicente e VINÃS, Ruth. Las técnicas tradicionales de restauración : um estúdio Del RAMP. }Paris: UNESCO, 1988.
REPROGRAFIA
- UNIDADE 1 - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA REPROGRAFIA1.1 – Conceito.
1.2 – Terminologia.
1.3 - Vantagens e problemas da reprodução de documentos.
- UNIDADE 2 - ESTUDO DOS PROCESSOS REPROGRÁFICOS2.1 – Fotografia.
2.2 – Microfilmagem.
2.3 - Outros processos.
- BIBLIOGRAFIAAVEDON, Don M. Discos ópticos e imagens eletrônicas: Conceitos e tecnologias. São Paulo, CENADEM, 1991.
BARTHES, Roland. A câmara clara. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980.
BENJAMIN, Walter. “ Pequena história da fotografia” in Obras escolhidas: magia e técnica, artee política. Ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo, Brasiliense, 1986.
BOSI, Alfredo. “ Fenomelogia do olhar” in O olhar. São Paulo, Companhia das letras, 1988.
BUSSELLE, Michael. Tudo sobre fotografia. São Paulo, Pioneira, 1990.
CENTRO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO MICROGRÁFICO, Armazenamento e conservação de microfilmes. São Paulo, CENADEM, 1976.
Desenvolvimento de sistemas micrográficos avançados. . São Paulo, CENADEM, 1976.
DORFMAN, Harold H. Padrões de qualidade na microfilmagem. São Paulo, CENADEM, 1978.
ENCLICLOPÉDIA FOCAL DE FOTOGRAFIA. Barcelona, Omega, 1960
FABRIS, Annatereza. Fotografia: usos e funções no século XIX. São Paulo, EDUSP, 1991.
FERREZ, Gilberto. A fotografia no Brasil: 1840- 1900. Rio de Janeiro, FUNARTE/ Fundação Nacional Pró-Memória, 1985.
FREUND, Gisele. Fotografia e sociedade. Lisboa, Veja, 1989.
FREEMAN, Michael. Grande Manual da Fotografia. Lisboa, Dinalivro, 1989.
GERNSHEIM, Helmut e Alison. História gráfica de la fotografia. Barcelona, Omega, 1967.
KOSSOY, Boris. Fotografia e história. São Paulo, Ática, 1989.
LANGFORD, Michael. Fotografia Básica. Lisboa, Marins Fontes, 1979.
LEITE, Miriam Moreira. Retratos de família. São Paulo, EDUSP, 1993.
MACHADO, Arlindo. A ilusão especular: introdução a fotografia. São Paulo, Brasiliense, 1984.
OLIVEIRA, Maria de Lourdes Claro de & ROSA, José Lázaro de Souza. Teoria e prática de microfilmagem. Rio de Janeiro, FVG/INDOC, 1978.
____ . Processamento eletrônico de imagens: Tecnologias e sistemas. São Paulo, CENADEM/UNISYS, 1993.
SONTAG, Susan. Ensaios sobre fotografia. Lisboa, Dom Quixote, 1986.
SOUZA NETO, João Marques de. O microfilme. São Paulo, CENADEM, 1979.
SEMINÁRIO DE PESQUISA I
- UNIDADE 1 - DELIMITAÇÃO DA TEMÁTICA DE PESQUISA1.1 – Contextualização.
1.2 – Definição de objetivos.
1.3 – Elaboração de justificativa.
- UNIDADE 2 - DEFINIÇÃO DA METODOLOGIA DA PESQUISA2.1 – Planejamento das etapas da pesquisa.
2.2 – Definição das técnicas de pesquisa.
- UNIDADE 3 - ESTRUTURAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA3.1 – Estruturação do projeto de pesquisa.
3.2 – Redação do projeto de pesquisa.
- BIBLIOGRAFIAANDRADE, Maria Margarida. Introdução a metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalho na graduação. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
CARVALHO, Maria Cecília M. de. Construindo o saber: metodologia científica fundamentos e técnicas. 7. ed. Campinas: Papirus, 1998.
CONTANDRIOPOULOS, André-Pierre et al. Saber preparar uma pesquisa. 3. ed. São Paulo: Hucitec, Rio de Janeiro: Abrasco, 1999.
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 5. ed. São Paulo: Cortez, 1997.
DIETERICH, Heinz. Novo guia a pesquisa científica. Blumenau: FURB, 1999.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1996.
ENRICONE, Délcia. Os desafios da pesquisa. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1996.
FERREIRA, Luiz Gonzaga Rebouças. Redação científica: como escrever artigos, monografias, dissertações e teses. Fortaleza: UFC, 1994.
GUERRA, Marta de Oliveira; CASTRO, Nancy Campi de. Como fazer um projeto de pesquisa. 3. ed. Juiz de Fora: EDUFJF, 1997.
LEOPARDI, Maria Tereza. Saber fazer, saber criar: núcleo de pesquisa. Florianópolis: Papalivro, 1995.
MARQUES, M. O. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. Ijuí: UNIJUÍ, 1997.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1996.
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